Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte

A APROMAC é uma Organização Ambientalista Não Governamental - NÃO RECEBEMOS SUBVENÇÃO OU VERBAS PÚBLICAS.

 

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A cartilha "O Olho do Consumidor" foi produzida pelo Ministério da Agricultura com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica). A idéia é (ou era!) padronizar, identificar e valorizar os produtos orgânicos. Infelizmente, setores ruralistas ligados à indústria de agrotóxicos estão impedindo a sua distribuição.
O arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério (o link está "vazio"). Então, disponibilizamos aqui para você. Basta clicar na imagem acima. LEIA MAIS AQUI (AGO/2009)

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 CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE DO PARANÁ - CEMA - Considerando que o CEMA PR não cumpre com suas finalidades, a APROMAC não participa mais deste Conselho. Leia MANIFESTO.

 CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE CIANORTE: A APROMAC não mais participa do Conselho Municipal do Meio Ambiente por entender que o COMMA não cumpre suas finalidades.

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 Página atualizada em 07/11/2011 17:30

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MULTINACIONAL DO GRUPO ISRAELENSE Makhteshim Agan  FABRICANTE DE AGROTÓXICOS MILÊNIA X DONA CLAUDINA

PARQUE RUI BARBOSA
Muro impede continuação de rua
FERNANDO ARAÚJO - JORNAL DE LONDRINA - 02 DE JULHO DE 2002

Jornal de Londrina
 

JULHO 2002 - Depois de 17 anos morando em uma rua sem nome, Claudina Zelinda Scopel agora poderá receber todas as correspondências em sua chácara, localizada no Parque Rui Barbosa (Zona Norte). No último final de semana, ela recebeu a placa e o documento que designa o nome da rua em que mora: Rua Paulo Galli de Palma, nome do falecido marido.

Apesar da solução de alguns problemas, ela se deparou com outro. Através de uma constatação no mapa do Município, fornecido pela Prefeitura, ela notou que mais da metade do espaço destinado para ser a rua foi incorporado pela empresa Milênia Agro Ciências S/A. “A rua termina no muro deles e continua lá dentro da empresa. Isso não está certo porque no mapa mostra a rua e na verdade ela não existe”. Por causa disso, o acesso para sua chácara tem que ser feito por uma rua de terra, que não tem nome, e é paralela ao muro da empresa.

Como o mapa não demonstra a incorporação do terreno pela empresa, Claudina Scopel suspeita que a incorporação tenha sido feita sem autorização municipal. A sua chácara é a única da rua e de uma grande área que ainda não foi comprada pela Milênia. Há anos, empresa e moradora travam uma briga que envolve interesses na compra do terreno e acusações de poluição ambiental.

Através da assessoria de imprensa, a Milênia admite que o muro que fecha a rua não tem autorização municipal. Segundo a assessoria, a rua passa apenas por chácaras compradas pela empresa, com exceção da propriedade de Claudina Scopel, e termina no Ribeirão Lindóia. O argumento é que o muro evita a entrada de pessoas estranhas na empresa e é uma medida de segurança pelo risco de contaminação com os produtos produzidos no local. Ainda de acordo com a assessoria, se a administração municipal pedir a retirada do muro, ele será derrubado.

O secretário de Obras, Aloysio Crescentini de Freitas, disse que desconhecia o uso da área pela empresa. Ele disse que irá enviar fiscais até o lugar para saber o que está acontecendo e as razões da construção do muro. Freitas não descartou a negociação com a empresa para a retirada do muro.

DONA CLAUDINA X MILÊNIA AGROCIENCIAS - LONDRINA


APROMAC MANIFESTA APOIO PARA DONA CLAUDINA.

MAIO/2004 - Equipe da APROMAC visita dona Claudina em Maio de 2004, quando tomou conhecimento do problema que está sendo enfrentado por ela. Em seguida, tem gestionado para os políticos locais de Londrina, como o Dr. Cheida, Secretário do Meio Ambiente do Paraná e para a Deputada Elza Correia, candidata a prefeita de Londrina, para que eles intervenham junto à empresa no sentido de que seja retirada Ação Penal que a Milênia está movendo contra a Dona Claudina, contando ainda com o testemunho de dois funcionários do Instituto Ambiental do Paraná contra a Dona Claudina. O Secretário do Meio Ambiente do Paraná ficou sensibilizado e encaminhou correspondência para a indústria Milênia solicitando a retirada do processo contra a Dona Claudina, atendendo assim o pedido da APROMAC, pelo que agradecemos sensibilizados. A Deputada Elza Correia, atual candidata a Prefeita de Londrina ainda não se manifestou.

A APROMAC entende que essa ação, sem entrar no mérito, é uma verdadeira OPRESSÃO contra a Dona Claudina, 65 anos, feita pela multinacional fabricante de agrotóxicos Milênia Agro-Ciências.

A AMAR, Associação Ambiental de Araucária move uma Ação Civil Pública contra a fabricante de agrotóxicos que funciona há muitos anos (antiga Herbitécnica) em Londrina, sem nunca ter apresentado sequer o Estudo de Impacto Ambiental. A empresa tem comprado todas as propriedades vizinhas, mas mesmo assim está praticamente junto a um grande conjunto habitacional densamente povoado. Nas proximidades é sensível o cheiro de produtos químicos que polui a região.

APROMAC E DONA CLAUDINA
Presidente da APROMAC Eleutério Langowski, Dona Claudina
Zelinda Scopel e o Dr. Hassan Sohn, advogado da APROMAC.

Anvisa e Polícia Federal apreendem agrotóxicos adulterados na Milenia

DA REDAÇÃO

Operação conjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Polícia Federal apreendeu 2,5 milhões de litros de cinco agrotóxicos adulterados nas unidades de Londrina (PR) e Taquari (RS) da Milenia Agrociências S/A. A operação, realizada no dia 1º de julho, resultou ainda na interdição das unidades de produção dos tipos de agrotóxicos apreendidos. A Milenia pertence ao grupo israelense Makhteshim Agan.

 

Durante a ação, deflagrada simultaneamente nas duas cidades da região Sul, foi constatado que os agrotóxicos Herbimix, Pyrinex, Posmil, Trop e Podos eram fabricados e comercializados com adulteração na fórmula originalmente aprovada.

Segundo a Anvisa a interdição é valida por 90 dias, prazo em que os produtos não poderão ser comercializados.

As investigações, que resultaram na operação, começaram a partir de denúncia de adulteração do agrotóxico Podos. Antes da ação, a Anvisa colheu amostras do produto no mercado e encaminhou para análise da Polícia Federal e do Instituto Adolfo Lutz.

De acordo com a Anvisa, a perícia detectou que o Podos era comercializado com formulação tóxica acima do permitido. O produto é registrado no Ministério da Agricultura mediante avaliação toxicológica efetuada pela Anvisa com padrões toxicológicos de classe III, ou seja, medianamente tóxico. O material colhido no mercado apresentou teores de toxicidade de classe I, extremamente tóxico. Os testes constaram irregularidade também nos agrotóxicos Herbimix, Pyrinex, Posmil e Trop.

Com a formulação encontrada no mercado, esse produto pode causar, nos trabalhadores rurais que manipulam o agrotóxico, irritação irreversível da córnea e cegueira.

 

Produto

Ingrediente Ativo

Culturas

Herbimix SC

Atrazina + simazina

Milho

Trop

Glifosato

Algodão, Arroz, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Milho, Pinus, Seringueira, Soja e Trigo

Posmil

Triazina

Milho

Podos

Flumetralina

Fumo

Pyrinex 480 EC

Clorpirifós

Algodão, Batata, Café, Citros, Feijão, Mação, Milho, Soja, Tomate e Tr

Fonte: Anvisa

Operação da Milenia foi questionada pela Amar

 

A atuação da Milenia em Londrina (PR) é questionada desde sua instalação. Inexplicavelmente, recebeu autorização para produzir agrotóxicos em bairro residencial da cidade, por deferência da Prefeitura e do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), sem a apresentação do Estudo Prévio de Impacto Ambiental (Epia) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima).

A irregularidade levou a Associação de Defesa do Meio Ambiente Araucária (Amar) a entrar com ação civil pública para exigir da empresa a apresentação do Epia e do Rima, em 2002.

Na ação, a Amar pedia a suspensão das licenças de instalação e operação da Milênia, alegando que a empresa causava severos danos ambientais. Em primeira instância, a Justiça determinou que a empresa apresentasse, em 60 dias, o estudo e o relatório. Em vez de cumprir a decisão do juiz, a Milênia recorreu da liminar e interpôs embargo de declaratório e foi novamente derrotada.

A questão chegou ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, com nova derrota da empresa.

O ministro-relator Francisco Falcão considerou, inicialmente, que o recurso exigiria reexame de provas, o que é vetado na instância superior pela Súmula 7 do STJ. Posteriormente, o magistrado levou em conta o voto-vista do ministro José Delgado e, concordando com ele, concluiu que havia uma questão de direito: a obrigatoriedade do Epia e do Rima para empresas já em funcionamento.

O ministro destacou que os estudos prévios são uma garantia legal contra atividades potencialmente lesivas ao ambiente e que, considerando a difícil e custosa reparação de danos ambientais, a liminar da Justiça de Londrina deveria ser mantida.

No Supremo Tribunal Federal, no entanto, a empresa saiu-se vitoriosa.

Fábrica invade rua

A instalação da Milenia em Londrina resultou em outra irregularidade. A empresa passou seu muro sobre a Rua Paulo Galli Palma, impedindo o trânsito de moradores. Dona Claudina Zelinda Scopel, que há mais de 20 anos usava a rua para chegar à sua chácara, localizada no Parque Ruy Barbosa, teve o caminho obstruído.

Com o fechamento da Rua Paulo Galli Palma, o acesso à chácara de dona Claudina tem que ser feito por uma rua de terra, sem nome. A chegada de sua correspondência depende da advinhação de seu endereço pelos carteiros.

 

 

WE WEB - HOSPEDAGEM DE SITES

BIBLIOTECA
Disponibilizamos em formato PDF os seguintes documentos para download:
Guia do SAICM para as ONGs - Enfoque Estratégico para o Gerenciamento Internacional das Substâncias Químicas - PDF - Download
Propostas CNEA ao ENCA
Carta de Princípios das Ongs
Manifesto da APROMAC contra o funcionamento do CEMA PR
Queima da cana
Infibra Londrina
Relatório ONGS CEMA/PR referente acidentes da ALL;
Relatório ONGS CEMA/PR referente destruição da Mata de Araucária na APA da Serra da Esperança/PR.
Financiadores e financiados - Eleições 2006.
Carta de esclarecimento da APROMAC junto ao CONAMA.
Relatório de avaliação do Parque Cinturão Verde de Cianorte
Documento que está na OMC para dar apoio à defesa do Brasil (Amicus Curie), assinado por um grupo seleto de ONGs nacionais e internacionais, dentre as quais a APROMAC. LEIA O DOCUMENTO PDF. (SETEMBRO/2006)

  RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA APROMAC - PERÍODO 2000 A 2007

Recuperação ambiental
Seguindo o lema "Não basta falar, tem que fazer!, a APROMAC executa projetos de recuperação ambiental.
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Viveiro Florestal
A APROMAC produz mudas de espécies nativas ou exóticas e ornamentais.
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Serviço de Reflorestamento
A APROMAC ajuda você a reflorestar sua propriedade.
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Educação Ambiental
Comemorando o Dia da Árvore de 2000 com plantio de árvores nativas.
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Educação Ambiental
APROMAC no "Mutirão de Limpeza" promovido na Semana do Meio Ambiente de 2001.
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Combate a Incêndios Florestais
As ações da APROMAC para preservar o Cinturão Verde.
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Serviço de Guarda Parque da APROMAC
Ajudando a preservar o Cinturão Verde de Cianorte
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