Associação de Proteção ao Meio
Ambiente de Cianorte
ATIVIDADES
& PUBLICAÇÕES
A
cartilha "O Olho do Consumidor" foi produzida pelo Ministério
da Agricultura com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do
SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica). A idéia
é (ou era!) padronizar, identificar e valorizar os produtos orgânicos.
Infelizmente, setores ruralistas ligados à indústria de agrotóxicos estão
impedindo a sua distribuição.
O arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério (o link está
"vazio"). Então, disponibilizamos aqui para você. Basta clicar
na imagem acima.LEIA
MAIS AQUI(AGO/2009)
NOSSO
ENDEREÇO: Escritório
e Viveiro Florestal e Ornamental
Rua Afonso Pena SN - Fundos da Extensão da UEM em Cianorte
CEP:87200-000
CIANORTE - PARANÁ
Fone/Fax: 044 3629 6766 Gerente
Geral: Marialda Gonçalves
CONSELHO
ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE DO PARANÁ - CEMA - Considerando que o CEMA PR não
cumpre com suas finalidades, a APROMAC não participa mais deste Conselho.
LeiaMANIFESTO.
CONSELHO
MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE CIANORTE: A APROMAC não mais participa do
Conselho Municipal do Meio Ambiente por entender que o COMMA não cumpre
suas finalidades.
Um dos rios de
maior importância na bacia hidrográfica de Cianorte, dotada de muitos córregos,
ribeirões e minas d’água que escoam sobre tabuleiros de rochas basálticas,
o Rio dos Índios conta com 47.280 metros de extensão e 22 afluentes. Ao
descer com suas límpidas águas rumo ao Rio Ivaí, vai desenhando em seu
leito paisagens das mais belas, como esta cachoeira.Quase na divisa entre
os municípios de São Tomé e Japurá surge uma deslumbrante cachoeira,
que do topo de suas quedas d’água fascina qualquer espectador.Dentro de
uma mata quase virgem, só sendo possível chegar à cachoeira através de
trilhas no meio da vegetação, um caminho não muito acessível leva até
o ponto mais belo do trajeto, aos pés da cachoeira de barulho
ensurdecedor, bela e protegida sem os traços de poluição ambiental.
Peixes e pássaros convivem na mais bela harmonia da natureza.
A Cachoeira dos Índios
tem sua história preservada ao longo dos tempos. Muitos prefeitos que por
São Tomé passaram tiveram planos para o aproveitamento turístico desta
beleza natural, porém graças às rígidas leis ambientais existentes,
protetoras destes patrimônios, tudo permanece como antes, apenas com a
presença de alguns visitantes que vão vislumbrar o encanto natural. Na
terra, a água mantém um salto continuo pela eternidade e uma neblina
constante forma o arco-íris da aliança divina entre a natureza e a
humanidade.
População
de São Tome Lota câmara para assistir decisão polemica Sobre Cachoeira
Foto: João Valezi
Foto: João Valezi
Uma das belezas naturais de São Tomé, a cachoeira do Rio dos Índios
localizada na estrada Indianópolis divisa com o município de Indianópolis
parece estar com seus dias contados. Isto é a opinião de técnicos
ambientais do município e grande parte da população devido a um projeto
para a instalação da PCH Rio dos Índios, protocolado junto ao Instituto
Ambiental do Paraná- IAP sob nº08.832.598-2
Mediante tantas manifestações contrarias a instalação da Usina Hidroelétrica
só restou ao prefeito Leo Hernandes encaminhar uma mensagem de lei para a
Câmara Municipal tornando-a Patrimônio Ambiental do município de São
Tomé.
Segundo o prefeito ao ter conhecimento desse projeto, em 2005, através do
empresário Jonas Guimarães, quando este veio até meu gabinete solicitar
minha assinatura permitindo a que dessem inicio aos estudos técnicos e
ambientais e que posteriormente após ser analisados todas as
possibilidade de execução deste projeto voltaríamos a conversar o que não
aconteceu pois após eu assinar o documento nada mais foi tratado a
respeito do projeto a nível de município e somente quando recentemente
participei de uma audiência publica na câmara de vereadores de São Tomé
é que fui entender como é de fato o projeto pois até então eu
particularmente não tinha nada contra a instalação dessa PCH, e a
partir dessa audiência fiquei sabendo que a cachoeira seria a principal
afetada com mudanças bruscas em sua beleza natural e neste caso, sem
nenhuma dúvida com a responsabilidade de prefeito do município não
poderia permanecer omisso fechando os olhos para a realidade, tendo que
ter a minha posição e essa é em defesa dos interesses da preservação
do Patrimônio Ambiental e consequentemente dos interesses da população.
Embora este projeto de lei tenha sido aprovado pelos nove vereadores pelo
que sei não será eu, o padre ou o pastor que vai impedir essa construção,
porque somente quem tem essa autoridade para impedir o andamento deste
projeto são os órgãos ambientais estaduais e federais e como os empresários
já têm a licença prévia, agora somente falta a licença de instalação
e com esse documento na mão não vejo como impedir e temos outro
agravante, conforme matéria veiculada recentemente na imprensa me parece
que o Governo do Estado, tem interesse em construir várias PCH no estado,
comentou o prefeito.
Fizemos nossa parte porem ocorre, que a sociedade da forma como chega as
informações, esta pensando que eu como prefeito tenho a autoridade para
evitar essa obra no município, e na verdade não passa pelo nosso crivo
fazer ou não fazer. Somente quem tem essa autoridade são os órgãos
ambientais do estado do Paraná como já disse anteriormente nesta matéria,
encerrou o prefeito.
AVENORTE
TEM PROJETO PARA CONSTRUIR HIDRELÉTRICA NO RIO DO INDIO
Com a produção de 8 MW, a PCH poderia abastecer uma cidade do tamanho de
Japurá.
O empresário Jonas Guimarães confirmou que a empresa Avenorte, da qual
ele é um dos diretores, apresentou no Departamento Nacional de Águas e
Energia Elétrica (Dnaee) um projeto visando a implantação de uma
pequena central hidrelétrica (PCH) no Rio do Índio, com barragem na
cachoeira que fica na divisa dos municípios de São Tomé, Indianópolis
e Japurá.
De acordo com o empresário, a idéia de construir a usina nasceu da
necessidade de energia pela Avenorte, que vai construir um abatedouro de
frangos para 80 mil aves por dia e uma fábrica de ração, devendo
duplicar seu consumo de energia. Com a usina, a Avenorte terá a energia
que precisar e ainda poderá vender a energia excedente para a Copel.
Lago para o lazer
O local mais apropriado que a diretoria da empresa encontrou para a
construção da hidrelétrica foi uma cachoeira do Rio do Índio que fica
onde os municípios de São Tomé, Indianópolis e Japurá fazem divisa. A
casa das máquinas, de acordo com o projeto, deverá ficar em Indianópolis,
mas se houver alguma rejeição por parte da prefeitura, será instalada
em São Tomé, onde o prefeito Leo Hernandes já mostrou interesse.
De acordo com Jonas Guimarães, o projeto foi elaborado de modo que a
usina não provoque grande impacto no meio ambiente. Para a formação do
lago artificial, a Avenorte deverá indenizar os proprietários das terras
que forem alagadas e o lago poderá servir para a criação de peixes e
para a criação de uma área de lazer. "Hoje, como todo mundo sabe,
aquele rio está abandonado, sendo assoreado e perdeu boa parte das matas
ciliares. A construção da usina poderá ser importante para sua
revitalização", alega Jonas Guimarães.
250 empregos
Economicamente a usina será importante para toda a região, segundo alega
o diretor da Avenorte. Além de produzir mais energia para a região, ela
renderá royalties para o município em que estiver sua sede. E a partir
do momento em que o projeto for aprovado pelo Dnaee e a obra for iniciada,
a construção oferecerá pelo menos 250 empregos, além de o material ser
adquirido no comércio da região.