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CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE DO PARANÁ - CEMA - Considerando que o CEMA PR não cumpre com suas finalidades, a APROMAC não participa mais deste Conselho. Leia MANIFESTO.
CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE CIANORTE:
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Página atualizada em 02/06/08
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Saiba
mais sobre a Dengue e como prevenir
O
dengue é uma doença transmitida pelo mosquitos Aedes
aegypti e Aedes
albopictus. A doença é acometida de febre aguda que se caracteriza
por um início repentino, permanecendo por 5 a 7 dias. O doente apresenta dor de
cabeça intensa, dores nas articulações e musculares, seguidas de erupções
cutâneas 3 a 4 dias depois. Surge sob a forma de grandes epidemias, com grande
número de casos.
Existem
quatro tipos diferentes de sorotipos do vírus do dengue, denominados dengue 1,
2, 3 e 4. Algumas manifestações do dengue são hemorrágicas, isto é, o
paciente apresenta hemorragia severa e choque. Nestes casos, após um período
de febre, o estado do paciente piora repentinamente, com sinais de insuficiência
circulatória, apresentando pele manchada e fria, lábios azulados e, em casos
graves, diminuição da pressão do pulso. Instala-se então uma síndrome de
choque do dengue podendo levar o paciente ao óbito. Os casos de dengue hemorrágico
ocorrem mais freqüentemente quando o paciente é acometido pela segunda vez da
doença, mas com exposição a diferentes sorotipos da doença.
Veja
abaixo as principais medidas preventivas para o controle do mosquito Aedes
aegypti bem como para outros mosquitos, que o Pragas On-line preparou
para você.
Aedes
spp.
As
espécies de Aedes mais importantes são listadas a seguir:
Aedes
aegypti
Esta
espécie é nativa da África e foi descrita originalmente no Egito. É uma das
espécies responsáveis pela transmissão do dengue
e febre amarela
febre amarela (arboviroses). O Aedes aegypti tem a cor escura e manchas
brancas pelo corpo.
Utiliza
recipientes artificiais com água parada para depositar seus ovos que são
fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de dessecação,
o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro. Os
locais onde normalmente são encontradas suas larvas são: pneus, pratos de
vasos, latas, garrafas, caixa dágua e cisternas mal fechadas, latas, vidros,
vasos de cemitério, piscinas, lagos e aquários abandonados, entre
outros.
As
fêmeas picam preferencialmente ao amanhecer e próximo ao crepúsculo, mas
podem picar em qualquer hora do dia. Elas podem picar qualquer animal, mas o
homem é o mais atacado. Esta espécie abandona o hospedeiro ao menor movimento,
passando, desta forma, por vários hospedeiros disseminando-se assim a doença.
Aedes
albopictus
Esta
espécie foi descrita na Índia tendo sido introduzida no nosso país através
do comércio. Foi descoberta no Brasil em 1986 nos Estados de Minas Gerais e Rio
de Janeiro. Atualmente encontra-se distribuída em vários outros Estados.
Diferentemente do A. aegypti, esta espécie não está tão relacionada
com a atividade humana, distribuindo-se com facilidade no meio rural. A postura
é realizada em criadouros naturais, tais como ocos de árvore cheios dágua,
internódios de bambu, cascas de fruta, etc. Os ovos são depositados em poucas
quantidades, mas em diversos locais, o que facilita uma rápida dispersão. Também
possui hábito diurno, assim como o A. aegypti.
A.
albopictus é vetor do dengue na Ásia, mas no Brasil ainda não existem
provas de que possa estar veiculando a doença, já que não foram descobertos
adultos nem larvas desta espécie em zonas de epidemia da doença.
DENGUE
O
dengue é uma doença transmitida pelo mosquitos Aedes
aegypti e Aedes
albopictus. A doença é acometida de febre aguda que se caracteriza
por um início repentino, permanecendo por 5 a 7 dias. O doente apresenta dor de
cabeça intensa, dores nas articulações e musculares, seguidas de erupções
cutâneas 3 a 4 dias depois. Surge sob a forma de grandes epidemias, com grande
número de casos.
Existem
quatro tipos diferentes de sorotipos do vírus do dengue, denominados dengue 1,
2, 3 e 4. Algumas manifestações do dengue são hemorrágicas, isto é, o
paciente apresenta hemorragia severa e choque. Nestes casos, após um período
de febre, o estado do paciente piora repentinamente, com sinais de insuficiência
circulatória, apresentando pele manchada e fria, lábios azulados e, em casos
graves, diminuição da pressão do pulso. Instala-se então uma síndrome de
choque do dengue podendo levar o paciente ao óbito. Os casos de dengue hemorrágico
ocorrem mais freqüentemente quando o paciente é acometido pela segunda vez da
doença, mas com exposição a diferentes sorotipos da doença.
FEBRE
AMARELA
O
mosquito do dengue Aedes aegypti também é responsável pela transmissão
de um vírus chamado flavivirus que causa a febre amarela. No Brasil, a doença
é endêmica nos Estados de Roraima, Amazonas, Pará, Maranhão, Acre, Rondônia,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e no território do Amapá.
Os
sintomas da febre amarela são mal estar e febre alta. Estando com estes
sintomas, o paciente deve procurar imediatamente um médico pois a doença
evolui rapidamente para náuseas, vômitos, hemorragias na boca, nariz e no
aparelho digestivo, além da pele ficar com um tom amarelado (icterícia). A
doença provoca lesões graves nos rins e fígado e pode levar a morte.
Quem
viaja para regiões onde a doença é endêmica deve tomar vacina dez dias antes
do embarque. A validade da vacina contra a febre amarela é de dez anos e ela
pode ser encontrada gratuitamente nos postos de saúde.
MEDIDAS
PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE MOSQUITOS
-
Evitar
água parada.
-
Sempre
que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que
acumulam água.
-
Manter
totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios
tais como tambores e barris.
-
Furar
pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
-
Guardar
latas e garrafas emborcadas para não reter água.
-
Limpar
periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e
cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
-
Jogar
quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos
internos pouco utilizados.
-
Drenar
terrenos onde ocorra formação de poças.
-
Não
acumular latas, pneus e garrafas.
-
Encher
com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
-
Manter
fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
-
Colocar
peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
-
Não
despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os
desobstruídos.
-
Manter
permanentemente secos, subsolos e garagens.
-
Não
cultivar plantas aquáticas.
Medidas
preventivas para o Controle de Mosquitos - Fonte: CVS 09 de 16 de novembro de
2001.
Anote
uma receita caseira de combate ao mosquito da dengue, baratíssima, simples e
com eficiência comprovada cientificamente

A
população de todo o Brasil pode ajudar nos trabalhos realizados pelas
secretarias de saúde de combate ao mosquito transmissor da dengue. A receita é
prática e simples e não envolve uso de venenos ou inseticidas perigosos à saúde
humana ou dos animais. A proliferação do mosquito da espécie Aedes aegypti,
que transmite a doença, pode ser combatida colocando-se borra de café nos
pratinhos de coleta de água dos vasos, nos pratos dos xaxins, entre as folhas
das plantas que acumulam água, como as bromélias e nos locais da casa em que a
água se acumula e fica parada, como ralos. O único trabalho que você terá é
colocar aquele pó úmido que resta depois do café ser coado.
A
descoberta que revelou que a borra de café combate com eficiência o Aedes
aegypti é da cientista e bióloga Alessandra Laranja. Ela é pesquisadora
do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual
de São Paulo (Unesp), campus de São José do Rio Preto. Os testes realizados
em laboratório comprovaram que a borra de café - que fica depositada no
coador, é uma arma muito eficiente contra o mosquito transmissor da dengue. A
borra depositada nos pratinhos e reservas de água de plantas impede que o
mosquito transmissor da dengue ponha seus ovos.
Se
o Aedes aegypti já tiver desovado, mesmo assim, a borra de café
consegue impedir que os ovos se desenvolvam em larvas. Em seu estudo, a bióloga
mostrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas chamadas esterases,
responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo
hormonal e da reprodução do Aedes aegypti. Anote agora a receita
caseira para combater o mosquito da dengue com borra de café:
-
Para
fazer a solução que pode ser aplicada em pratos, plantas ou até mesmo
jardins e hortas que acumulem água você vai precisar de 2 colheres das de
sopa de borra de café misturadas em meio copo de água. Depois de pronto
você já pode começar a aplicar o conteúdo. Se precisar de mais, faça
sempre na proporção indicada, ou seja, 2 colheres de borra de café para
cada meio copo de água.
-
Outra
receita com a borra de café é usá-la diretamente nos vasos, sem a diluição
em água. Desta maneira você estará também adubando de forma ecológica
as plantas. A diluição da borra de café vai acontecer naturalmente, na
medida em que a planta for regada.
-
Não
se esqueça que a borra de café pode ser aplicada também em outros locais
da casa que acumulem água como, por exemplo, nos ralos e até mesmo na
terra do jardim ou poças que se formam com a água da chuva.
-
E
lembre-se, ajude o Brasil na luta contra a dengue. Faça propaganda
boca-a-boca, informe seus amigos e familiares, dissemine esta receita que é
barata, simples e acessível. Além de saborear o bom e velho
"cafezinho" brasileiro, você poderá contribuir com a melhoria do
seu meio ambiente e da saúde pública.
(Fonte:
Jornal do Commercio - www.jornaldocommercio.com.br
e
Boletim Raízes da Terra www.cesamep.cjb.net
)
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Biblioteca - Disponibilizamos em formato PDF os seguintes documentos para download:
Propostas CNEA ao ENCA
Carta de Princípios das Ongs
Manifesto da APROMAC contra o funcionamento do CEMA PR
Queima da cana
Infibra Londrina
Relatório ONGS CEMA/PR referente acidentes da ALL;
Relatório ONGS CEMA/PR referente destruição da Mata de Araucária na APA da Serra da Esperança/PR.
Financiadores e financiados - Eleições 2006.
Carta de esclarecimento da APROMAC junto ao CONAMA.
Relatório de avaliação do Parque Cinturão Verde de Cianorte
Documento que está na OMC para dar apoio à defesa do Brasil (Amicus Curie), assinado por um grupo seleto de ONGs nacionais e internacionais, dentre as quais a APROMAC. LEIA O DOCUMENTO PDF. (SETEMBRO/2006)
RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA APROMAC - PERÍODO 2000 A 2007

FAMÍLIA CINTURÃO VERDE - Conselho Municipal do Meio Ambiente de Cianorte - COMMA - lançou a Revista Família Cinturão Verde número 02. Até a preguiçinha mascote e símbolo da APROMAC está presente. Mais informações com o COMMA. Visite o site do COMMA.

Clique na figura acima para ver a capa da revista.
TRILHA DAS PEROBAS DO CINTURÃO VERDE DE CIANORTE

Para saber mais, clique aqui e também aqui.
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Seguindo o lema "Não basta falar, tem que fazer!, a APROMAC executa projetos de recuperação ambiental.
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